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Diandra Uma senhora de seus quase vinte e quatro, moradora de São Bernardo do Campo, jornalista, mas que hoje trabalha como redatora. Apaixonada por idiomas e culturas diferentes. E pelo Renato Gosta do cheiro da chuva, da liberdade do metrô, de estar com os amigos, de dormir até um pouquinho mais tarde. Adora doces, é uma livrólotra e junto a isso, tem paixão pela escrita. Não acreditava no amor, mas descobriu que ele existe e há quase três anos o vive à flor da pele. Tem como maior objetivo viajar muito pelo mundo todo, com o namorido. Planeja inventar um emprego que lhe permita morar seis meses em cada país do mundo, aprender a língua e partir para o próximo. Desistiu de aprender urdu. Começou a aprender francês sozinha, mas... Gosta de limonada suíça, toddynho. Ficou sem tomar Coca-Cola por um ano, até o dia 11 de Setembro de 2010, por conta de uma promessa. O mais impressionante é que ela cumpriu. Tem mania de estalar os dedos nas paredes do elevador. Gosta de filmes, séries e muita música tendo o gosto musical mais eclético já visto no mundo. É chegada em amizades gringas. Adora sotaques, de todos os lugares, países, cidades, estados. É doidinha por futebol e santista desde "girina", mesmo sabendo que girinos viram sapos e não peixes. Foi colaboradora da Capricho durante três anos. (: Você pode me mandar e-mail aqui Diandra também em Blog da Diandra Palavras que Explicam o Momento...
Renato, amor, redação, João Páulio, ser adulto, futuro, trabalho. No Letrinhas ... online no Letrinhas Passeie aqui Blog do Renato / Portal Santista Roxo Manual do Cafajeste Homem é... Tudo Palhaço Para Francisco Quer me ver? FOTOLOG! Volte ao Passado
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Quarta-feira, Fevereiro 01, 2012
Já se vão mais de três anos
O fato é que eu nunca pensei que você pudesse um dia me deixar. Não imaginei, nem por um minuto, que você pudesse não estar por perto. Sempre tive a certeza de que você faria parte dos momentos mais importantes e difíceis da minha vida. Tinha muita convicção quando imaginava que você sempre estaria lá para mim, para quando eu precisasse. A ideia da minha vida sem você era simplesmente inconcebível.
Não achei que isso pudesse ser alguma face oculta do meu egoísmo, afinal, em todas as incontáveis vezes em que você precisou de mim, era ao seu lado que eu estava. E se existissem milhares de quilômetros entre nós, como chegou a acontecer, eles não significariam nada, pois de uma forma ou de outra, era ao seu lado que eu estaria, te apoiando, levantando sua moral e te dando a mão para ultrapassar os caminhos mais difíceis. Abri mão de muitas coisas por você. Acabei me afastando de muita gente querida e que se importava comigo, pois te transformei em uma prioridade na minha vida. Tínhamos tantos momentos bons, que acreditava que só você me bastava. As nossas lembranças já eram incríveis e, de alguma maneira, sempre conseguíamos criar novas e acumular ótimas histórias das quais nos lembraríamos dentro de alguns anos, rindo com saudade. Vivíamos uma pela outra. Ou talvez, eu vivesse em sua função sem perceber. Mas a verdade é que eu nunca me importava. Se fosse pra ser de verdade, não me incomodaria em me doar 100%. Sempre que você precisava de mim, não importava o que eu estivesse fazendo, eu parava tudo e tratava de te escutar, te acalmar, te fazer rir. Descobri uma psicóloga incrustada em mim e, durante muito tempo, sempre te ajudei a interpretar e resolver os seus problemas, esquecendo às vezes dos meus próprios. Por essas e outras, nunca imaginei que um dia você não estaria comigo. Nunca imaginei precisar de você, sem poder contar. Jamais pensei que eu tivesse passando por todo tipo de coisa sem você saber e participar ativamente de cada detalhe. Não existiu um dia sequer em que eu nos enxerguei distantes e vi meus dias passarem sem que eu tivesse a menor ideia do que pudesse estar acontecendo contigo. E em momento algum eu pude imaginar você conseguindo viver bem sem precisar de mim. Já se vão mais de três anos e eu ainda não me acostumei com isso. Não me acostumei à sua ausência. Não consigo evitar pensar no quanto gostaria de compartilhar certas coisas contigo. Não consigo evitar imaginar qual seria a sua reação frente a certas situações. Não posso me impedir de sentir sua risada ecoando dentro de mim. Por mais que eu tente me conformar, uma parte muito grande de mim não consegue aceitar. Como foi que isso pôde acontecer? Você cresceu? Também cresci, mas não precisei, em nenhum momento, excluir você da minha vida. Já se vão mais de três anos e suas fotos continuam no meu mural, penduradas na parede roxa do meu quarto. Mais de três anos e vez ou outra eu tomo coragem e decido te ligar. É raro, mas às vezes faço isso. Sempre com aquela pontinha quase imensa de sentimento dentro do meu coração, aquele frio no estômago, aquela sensação gelada subindo pela espinha: é a esperança. Confesso que me iludo todas as vezes que disco seu número. Quando falo "ooooi" você pergunta "quem é". Não sabe mais quem eu sou. Não me reconhece. Não me conhece. E vez após vez, desligo o telefone desolada, com um só pensamento na cabeça: como foi que isso aconteceu? Quando foi que nos tornamos estranhas completas? Nós, a dupla imbatível, aquelas que se confundiam, as melhores. Onde começava você e onde eu terminava? Quem é que tinha feito aquilo? Eu ou você? Muitas foram as vezes em que eu não conseguia definir porque eu era você. E você era eu. Jamais existiria uma parceria como aquela. Estaríamos juntas para sempre. E aquilo bastava. Acontece que não bastou. Acontece que eu não consegui ser o suficiente e, como um arquivo de computador, você me deletou. Aos poucos, como que tentando fazer aquilo de um modo imperceptível, como que tentando me impedir de perceber. Mas há mais de três anos eu percebi e nunca consegui entender. Ainda não consigo aceitar, não consigo pensar em tudo o que passamos e em como tudo aquilo não serviu para nada. E quando vejo o quanto me enganei, considerando você sempre como a melhor de todas.... aquela que nunca me deixaria, vejo que você fez questão de ser mais uma. E algumas daquelas pessoas que afastei enquanto pensava que seríamos eternas, sem precisar de mais ninguém, fizeram questão de nunca ir embora. E nessa hora percebo que talvez tenha valorizado as pessoas erradas. A pessoa errada. Já se vão mais de três anos e você sequer conheceu a pessoa que é a mais importante da minha vida hoje. E, ao menos nesse momento, penso que ainda bem que não é mais você. E o pior de tudo é que, para mim, você ainda é a melhor. Ainda é minha melhor. E já se vão mais de três anos e não consigo não desejar todos os dias que nada tivesse mudado. É isso o que me dá mais raiva. Não consigo seguir minha vida entendendo que você não está mais aqui e sem sentir um buraco imenso faltando. Não consigo não querer que tudo seja diferente. E não consigo não esperar por você. Não consigo não desejar que você caia na real e entenda. Não consigo não ter vontade de te ligar para tentar mais uma vez. Mas a verdade é que, cada dia que passa, me restam menos forças para passar por tudo isso. Menos forças para lutar, para te esperar em nome de um passado lindo. E é duro saber que a cada dia que passa eu te conheço ainda menos. Pensar e planejar meu futuro sem um espaço para você vem tornando tudo ainda mais definitivo e mais difícil. Porque tudo aquilo que planejamos e imaginamos está acontecendo. E você não está aqui para ver. E dói pensar que agora você não reconhece mais minha voz. Mas amanhã pode ser que você passe por mim e sequer saiba quem eu sou. Quem eu fui. Porque, sem você, eu não sou mais a mesma.
Terça-feira, Março 01, 2011
Memórias de uma medrosa
Ela tinha medo de escuro. Medo de envelhecer. Medo de ficar sozinha. Medo de se magoar. Medo de dizer não. Medo de se apaixonar. Medo de altura. Medo de aranhas. Medo de conhecer pessoas novas. Medo de mudanças. Medo de se arrepender. Medo de saber demais. Medo de nunca aprender. Medo de se apegar. Medo de nunca lembrar. Medo de sempre esquecer. Tinha medo de deixar pra trás e medo de se envolver. Tinha medo de se perder, de se encontrar e também medo de amar. Levou uma vida com medo. Medo de adoecer, medo de enlouquecer, medo de se expressar e medo de se soltar demais. Tinha muito medo. Medo de baratas e de andar de avião. Tinha medo de nunca ser amada. Medo de agulhas e de ir ao médico, medo de andar sozinha e medo de multidões. Tinha medo de sentir dor. Medo do vento. Medo da chuva. Medo de pessoas. Medo de ser esquecida. E medo de nunca ser lembrada, o que - para alguns - dava na mesma, mas para ela eram medos completamente diferentes. Tinha medo de raios e trovões, de números, de explosões, do mar. Tinha medo de apanhar, de se sujar, de cair e medo de mísseis. Tinha medo da paz, da guerra, de sapos, tinha medo do ridículo. Tinha medo de novidades. E de coisas antigas demais. Tinha medo de dançar em público, de falar em público, de ser roubada ou de ficar trancada em lugares fechados. Odiava andar de elevador, tinha medo. Tinha pavor de atravessar ruas, de eletricidade, medo das sombras. Os barulhos que ouvia à noite a apavoravam. Tinha horror à sangue. E muito medo de gente bêbada. Tinha medo de neblina, de insetos e de pessoas japonesas e de ciganos. Medo de ser processada ou de até ser presa. Tinha medo de ratos e medo de decepcionar alguém. Também tinha muito medo de se decepcionar. Havia também o medo de engordar demais ou de emagrecer muito. Medo de ser seguida ou vigiada, medo de ter filhos e de nunca se tornar mãe. Evitava espelhos e tinha medo de falhar. Tinha medo de fracassar. Tinha medo de parecer tímida demais, sensível demais, delicada demais, grossa demais, esquisita demais, desleixada demais, certinha demais, medrosa demais. Tinha medo de ter medo. E por isso não viveu. Refém de si mesma, preocupava-se com tanta coisa que não tinha tempo de viver. Definhou sozinha, lentamente, desesperadamente. Quando quis escrever um livro de memórias, não achou o que escrever. Na única página que conseguiu escrever, deixou seu último bilhete: "Não direi "adeus", pois tenho medo de despedidas. Tive medo de viver e com isso morri por dentro. Matei-me antes mesmo de morrer. Agora, tomo a única decisão corajosa que jamais tomei. Não se culpem". Ninguém se culpou. Ninguém leu. Acabou sozinha, como sempre teve medo de acabar.
Sexta-feira, Novembro 26, 2010
Sem nome.
É difícil olhar para qualquer coisa no mundo e não lembar de você. Ontem, no ônibus, chorei o caminho inteiro, até que consegui adormecer. Se ando na calçada, lembro do jeito como você sempre envolve meu corpo com o braço, e me puxa sempre para o lado de dentro da rua, para me proteger dos carros. Se pego o ônibus para voltar para casa depois de um dia de trabalho, não consigo não pensar em todas as vezes que já pegamos este e tantos outros ônibus juntos. Em quantas vezes você me levou até em casa, só pra saber que eu ficaria bem. E em quantas vezes você me abraçava o caminho inteiro até chegar em casa e me deixava encaixar minha cabeça no lugarzinho entre seu ombro e seu pescoço, lugarzinho que é meu. Passo na Berrini e lembro de quantas vezes você foi me encontrar lá, depois do trabalho, das vezes que comemos na padaria ali, nas vezes que você fez companhia a mim enquanto eu ia até o caixa eletrônico, sacar dinheiro. Lembro até mesmo da última vez, que ficou esperando o ônibus ali perto comigo, depois de irmos ao hospital juntos e almoçarmos num restaurantezinho bonito ali próximo. E eu lembro disso e choro. E eu choro enquanto eu escrevo cada palavra deste texto. Quando lembro do meu caminho até em casa ontem e todos os outros dias, lembro que passo na frente do Shopping Morumbi, todo iluminado, com luzinhas de Natal. E aí lembro que passamos ali juntos no dia em que inauguraram aquela iluminação. E lembro em como você gosta de Natal e de luzinhas pisca-pisca. Lembro também de quantas vezes nós jogamos basquete juntos ali naquele shopping e do quanto isso nos diverte. E fecho os olhos para tentar parar de pensar, para tentar parar de lembrar, porque eu já percebi que toda e qualquer coisa que eu faça na minha vida me lembra imediatamente você. E eu não quero estar de olhos abertos quando passar na Washington Luiz, porque a gente sempre passa ali juntos, porque aquele caminho pode me levar até a tua casa. E porque é ali que a gente desce para pegar justamente este mesmo ônibus que eu estava ontem e estou todos os dias. Eu nunca mais vou poder andar para a minha casa sem lembrar de você. Eu nunca mais poderei passar atrás do Hotel e da padaria, naquela rua escura que eu sempre tenho medo de passar, sem lembrar de como é diferente passar ali com você. E de como, nessa semana, você falou comigo no telefone o caminho inteiro até a minha casa, me acalmando, porque eu estava irritada com o motorista do ônibus e porque eu estava com medo de passar ali sozinha. Eu não consigo subir aquela rua que pego pra ir pra casa, com as casas legais, sem querer te ligar, pra avisar que estou a reta final para chegar em casa. E é simplesmente impossível não passar na parte onde fica o guarda da rua, sem pensar em todas as vezes que demos "boa noite" para ele juntos. E de todas as vezes que eu dei boa noite para ele apenas com a cabeça, porque eu estava falando no celular com você. Aí eu chego na frente do meu prédio e choro porque é como se eu visse você sentado ali na escadaria, me abraçando na noite fria, no meio da madrugada. E eu percebo que nunca mais vou conseguir entrar em casa sem pensar nisso. E sem enxergar nós dois ali, juntos, nos despedindo noite após noite. E eu não posso olhar pro meu celular, porque é a sua foto que está lá no fundo da tela. E eu lembro imediatamente de quantas fotos nossas e suas tem ali dentro. E de quantas vezes você fez a tela do meu celular idiota voltar ao normal, com suas mãozinhas mágicas. E lembro de quantas partidas de xadrez nós já disputamos juntos. E que eu perdi a maioria. E quando eu lembro do xadrez, eu lembro das partidas de baralho. E eu não aguento. E se você soubesse como é difícil olhar pro meu celular, sem te ligar e falar tudo o que eu queria, você então compreenderia. Dentro da minha bolsa, onde eu jogo meu celular na tentativa de parar de pensar em você e de chorar, tem um envelope recheado com doze fotos nossas, que eu revelei essa semana. E aí eu entendo que tudo o que eu fizer para evitar pensar em você, só vai me fazer pensar em você ainda mais. E como dói. Nunca vou poder pegar um avião, sem pensar que você sempre diz que minha primeira viagem de avião vai ser com você. Nunca vou poder ir sozinha pra nenhum dos lugares que eu sempre quis porque sempre imaginei todas essas viagens com você do meu lado. Eu nunca vou poder ser mãe. Porque ter flhos sem ter você sendo o pai acabaria comigo e com absolutamente todos os planos que fiz. Eu nunca vou poder entrar em um estádio de futebol, ou até mesmo assistir a um jogo na tevê, sem pensar em você. Eu nunca mais vou poder ouvir música, ouvir rádio, sem pensar em você. Nenhuma música sequer. Até quando eu choro, lembro de você me acalmando e pedindo pra parar de chorar. Como é possível? Como dá pra viver assim? Todas as roupas que existem no meu guarda-roupa me lembram algum dia que passamos juntos, algum dia que você disse que eu estava linda, algum dia que você olhou e disse: "Opa, essa roupa eu não conheço". Ou então, as roupas estão em alguma das milhares de fotos que temos juntos. Se um dia eu precisar realmente me desfazer de tudo que me lembra você, como manda aquela mulher do programa que eu assisto vez ou outra no Discovery Home and Healthy, vou ter de me desfazer de toda a minha vida. Porque, de verdade, eu não acho que consiga existir sem você.
Terça-feira, Novembro 09, 2010
Só acontece comigo II
E aí que eu tinha um par de saltos altos (os mesmos da entrevista de São Caetano). Eles eram pretos e lindos. E eram meus há mais ou menos quatro anos. Eram praticamente novos, já que eu nunca tinha conseguido utilizá-los adequadamente, sem medo de ser feliz, ou de dar um passo. Ele saía do meu pé o tempo inteiro. Era um inferno. Mas ele era lindo. E a sola estava novinha de tão pouco uso.
Aí eu ganhei da minha mãe uma espécie de palmilha de silicone que fica só na parte da frente da planta do pé e é antiderrapante e confortável. E deixava a vida mais bonita. E na mesma semana eu fui numa loja de sapatos e comprei uma espécie de almofadinha pra colar na parte de trás do sapato, aquela que sempre machuca o pé das mulheres de bem. E aí o sapato parou de sair do meu pé. E a vida ficou mais colorida e eu fiquei mais elegante e feliz. Finalmente comecei a utilizar o sapato sem medo de nada. Era uma nova mulher, corajosa. Mas eu sempre tive o hábito de carregar um par de tênis ou chinelos quando estou de salto. Já sofri muito com sapatos sem-vergonhas que destruíam minha vida, meus pés e minha dignidade. Então eu sempre voltava pra casa de tênis ou chinelo, como que para me preservar (do ponto de ônibus até minha casa são uns 15 minutos de caminhada). Um dia eu fui ao shopping Eldorado com meu namorado, jantar qualquer coisinha. Comemos e quando estava na estação de trem, indo embora, sentei e coloquei os tênis. Era tarde e precisaríamos correr para voltar para São Bernardo em um tempo decente. Então guardei o meu lindo par de sapatos na sacola de papel que carregava. Aí, claro, choveu. (E uma garrafinha de água vazou na sacola) E para quem não sabe, papel e chuva não combinam. Logo, algo deu muito, muito, muito errado. Só que eu não percebi. Eu e o Renato corremos como se nossa vida dependesse disso e conseguimos pegar um ônibus legal e com ar condicionado, no Morumbi. Chegamos em um horário decente. Viva! Mas eu estava muito cansada e deitei na minha cama. E minha mãe entrou no quarto. E viu a sacola, jogada num canto. Curiosa que era, foi mexer e descobriu um buraco. Aliás, uma cratera. E naquele instante, a verdade passou pelo meu corpo e eu compreendi o que havia acontecido. Corri para a sacola, mas era tarde demais: um pé do meu lindo (e único) par de sapatos havia se perdido para todo o sempre. Justo quando ele finalmente havia sido transformado em uma força do bem e da elegância. Foi aí que eu chorei como um bebê. E é aqui que me apresento novamente: Prazer, Zica é o meu nome do meio.
Sexta-feira, Agosto 27, 2010
Este blog pode virar um livro...
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