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domingo, junho 29, 2008

Reinventando

Como uma rede famosa de fast food colocou no papel das bandejas meses atrás, tem coisas que deveriam urgentemente ser inventadas. Eu poderia citar inúmeras, como a tal máquina que arruma o cabelo em minutos e eu acredito que seja o sonho de 13 em cada 10 mulheres. Ou uma pílula que faz o cabelo nascer liso. Poderia falar da máquina que te dá o corpo que você quiser, sem dor ou sofrimento, em apenas alguns minutos. Seria legal uma coisa meio Matrix, de injetar conhecimento no seu cérebro em um milésimo de segundo, sendo possível aprender qualquer coisa, sem esforço. Uma máquina de dinheiro ou algum salto especial que acabasse com os sofrimentos causado pelo sapato depois de hoooras dançando também não seria uma má idéia. Mas vou cair no clichê, perdoem-me: a máquina que eu mais queria é uma capaz de fazer teletransporte. É uma invenção que poderia acabar com qualquer barreira e fronteira, tornaria uma infinidade de coisas possíveis e, mais importante, seria o fim da coisa horrível que é a saudade.

Pauta pra Capricho "Que máquina precisa ser inventada?"
E você, que máquina acha que seria uma boa de inventar? Conta pra mim!

quinta-feira, junho 26, 2008

É dos Cafas que elas gostam mais.

As mulheres que me perdoem por revelar este segredo aqui, mas a verdade verdadeira é que mulher a-do-ra um cafajeste! Ok, a gente acha lindo-de-morrer aqueles meninos bonzinhos, românticos, que fazem surpresas, ligam pra dizer boa noite, chama por apelidinhos meigos e tudo mais. Mas na hora da paixão mesmo, a mulherada sempre escolhe o cafa.
É muito mais comum ver integrantes da ala feminina reclamando que o bonito é galinha, esperando ele ligar, mesmo sabendo que ele não liga quando fala. Mais fácil ver menina descabelada por aí por que viu uns scraps suspeitos no orkut, fazendo promessa pra Santo Expedito pra ele atender o telefone... do que ver por aí as felizes namoradas dos bonzinhos. Acho que mulher gosta de sofrer. Pra ela dar valor, tem que tratar mal, não ligar, ou ligar apenas quando as outras opções não estavam disponíveis e ele quer alguma coisa, se é que me entendem.
É só abrir o blog do Cafa e ver a quantidade imensa de garotas que escrevem no 'CAFA RESPONDE' pedindo mil e duas fórmulas para domar um cafajeste. A verdade, meus caros, é que elas não querem domá-los coisíssima nenhuma. Elas querem é ser domadas. E ao primeiro sinal que o Cafajeste dá de ter mudado, elas desanimam e pulam fora!
Enquanto isso, pobrezinhos, os bonzinhos que sabem valorizar uma mulher vão se danando na mão da versão feminina do Cafa. Por mais lindo que as mulheres achem quando o garoto é bonzinho, a força oculta que rege o mundo faz com que elas gostem justamente daqueles que vão machucá-las. E mesmo tendo todos os sinais para não cair nessa, a bonita segue em frente, linda e poderosa, achando que é um partidão que vai fazê-la ver fogos de artíficio.
Eles até fazem, mas depois saem lindos e poderosos por cima, largando a garota acabada e despedaçada em um estado lamentável, com o coração partido. E quem é que vai estar lá para ajudar a reergue-la? O BONZINHO!

ráaaaaaaaa.

Então bonzinhos, aprontem-se.


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Tá. Agora sério; particularmente eu não consegui me decidir se gosto dos cafas ou dos bonzinhos.
Há espaço para todos aqui na minha tendinha! A verdade é que é preciso alcançar o meio termo. Nem cafa demais, nem bonzinho demais. Ninguém gosta de gente boba e melosa. (ok, algumas gostam. Eu não). E ninguém gosta de sofrer muito na mão de homem. (ok, mulher de malandro gosta. Eu não). O importante é atingir o equilíbrio. Ou pelo menos encontrar alguém que faça tudo valer a pena, seja ele cafa ou seja ele bonzinho. E lembre-se, por mais que o cafa possa oferecer mais diversão (ahhh they do!), o bonzinho é aquele que vai estar lá quando você precisar e não apenas quando ele precisar.

Pauta pro blog da Capricho: Cafas x Bonzinhos

domingo, junho 15, 2008

Pelo menos a Bela tinha a inteligência

Dizem que quando não se pode contar com a beleza, a gente é forçado a buscar outras maneiras de se destacar, ser inteligente deve ser parte disso. Desde nanica sempre notei que as garotas socialmente consideradas bonitas levavam a melhor na maioria das coisas. Ser bonita torna uma pessoa popular, o que não ocorre com freqüência com quem é inteligente. Na semana da correspondência, elas - as bonitas - sempre recebiam mais cartas. No dia dos namorados, mais bilhetes. Na educação física, nunca foram as últimas a serem escolhidas para o time, por mais patas que fossem correndo e por mais que detestassem suar. Fui uma criança diferente e o mundo das crianças é cruel. Mais que o dos adultos, pois criança não é hipócrita. Eu já era desencanada e extrovertida quando pequena. Não me importava com os padrõezinhos, não tive um tênis que piscava e por mais que falasse e bagunçasse nas aulas, sempre tirei boas notas. O mundo é mesmo mais fácil para quem tem a beleza. Mas também é mais vazio e restrito. Conversas com mais de dois minutos sobre algum tema diferente de compras, fofocas ou o sexo oposto podem ser extremamente reveladoras e mostrar que dentro daquela casca de beleza, há um imenso abismo oco, que não resolve todos os seus problemas e não preenche todas as necessidades. A beleza pode abrir portas, mas só a inteligência te mostra por quais caminhos seguir.



Pauta para a Capricho: "O que abre mais portas, beleza ou inteligência?"


Troquei o layout e quero saber o que vocês acharam!

Ah, vale dizer que eu não me acho feia, pessoal. Aliás,eu fiquei até bem bonitinha depos de crescidinha. Mas eu realmente nunca me encaixei nos padrões de beleza normais da revista e, até hoje, meus peitos deixam a desejar, sabem como é...
Acrescentei essa notinha no fim, por que o fofo do meu irmão veio brigar comigo dizendo que eu não sou feia e bláblábláwhiskas.

sexta-feira, janeiro 04, 2008

A Curiosidade Não Matou a Gata

Eu nunca fui pega colando, o que não significa que eu nunca tenha colado. Colei. Aliás, colava. Não só colava, como era desenvolvedora de métodos marotíssimos. Meu problema é a ansiedade, e para resolvê-lo eu escrevia fórmulas no meio dos dedos, informações capitais, pequenos papéis sob os quais sentava em cima para quando, e se me interessasse, eu abrir as pernas para ler. No primeiro colegial desenvolvi um sistema com meu namorado utilizando celular e moleton. Era batata. Mas eu o fazia por insegurança. Perdi as contas das vezes em que fiz cola e não usei. Saber que ela estava ali caso eu precisasse me acalmava e muitas vezes garantia o êxito da prova. Os professores sempre disseram que eu era brilhante e que meu problema é falar muito. Os amigos devem achar que o problema é o tamanho da cabeçorra, que atrapalhava na hora de copiar minha prova, ou meus faniquitos elétricos, que não me deixava ficar quieta. Eu acho que meu problema é ser curiosa. Na prova, eu só queria saber o que o amigo do lado pensava sobre determinada questão, ou se o autor do livro didático do qual eu tinha copiado quatro páginas para um papelzinho de bombom pensava como eu. É. Eu sempre fui curiosa!
Post para Tudo de Blog, Capricho
"Quem não cola não sai da escola?"
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Oooops! Me enganei e fiz o post abaixo achando que a pauta era pro site e não pra revista. Como deu um trabalhão pra fazê-lo, ele fica aí embaixo para quem quiser ler, concordar, discordar, me bater, mandar ameaças de morte via comentários ou só pro meu professor saber que eu lembro dele. O post válido para a revista é esse aqui de cima mesmo. Câmbiodesligo!